Mobile First? Não… Mobile Only!!!

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Mobile First? Não… Mobile Only!!!

Um número surpreendente de empresas de mercados emergentes começam adotar, não mais uma estratégia de Mobile-First (onde primeiro se desenvolve aplicativos para Smartphone para após pensar em Web e Desktops), mas a estratégia de Mobile Only (onde nem mesmo um aplicativo Web é desenvolvido, o foco é apenas no Mobile)

Fora dos Estados Unidos, especialmente em mercados emergentes como Brasil e Índia, esta estratégia se torna evidente. Nestes países os consumidores não estão mudando de computadores desktop para dispositivos móveis, como temos visto nos EUA, mas para muitas destas populações mobile é a Internet, e muitas vezes fornece a sua primeira experiência online.

Nestes mercados os desktops estão em segundo plano. Centenas de milhões de consumidores ultrapassaram a era PC completamente, unindo o mundo conectado com seriedade através de seus telefones móveis.

“Mobile-primeiro” é um termo muitas vezes vazio – como “viral”, “nativo” e “social” – que é jogado por aí, sem pensar muito no que ela realmente significa. Mobile é uma fundação e não um recurso. Pode ferir sua carteira pensar nisso, mas o produto deve ser reinventado para um ambiente móvel, não apenas adaptado para caber em uma tela pequena.

Mesmo o Facebook ainda enfrenta debates sobre se é realmente , e finalmente, uma empresa Mobile-First. A resposta é sim! Não apenas porque os anúncios móveis já representam a maioria da receita total de publicidade do Facebook, mas porque os aplicativos móveis do site já oferecem ao usuário uma experiência de primeira classe, ao contrário da experiência no desktop que nós crescemos acostumados.

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg disse: “Se 2012 foi o ano em que viramos o nosso principal produto em um produto móvel, em seguida, 2013 foi o ano em que viramos o nosso negócio em um negócio móvel.” Você tem que ser tão inerentemente móvel como seus consumidores. É incrível que ainda em 2014 este é um tema de conversa para alguns.

Mobile requer uma mentalidade fundamentalmente diferente e um compromisso de foco e recursos, duas coisas que nem todos estão dispostos a gastar em mercados não comprovadamente de Internet, como o Oriente Médio. Na Índia e no Brasil o cenário já passou da fase de necessidade para uma questão de sobrevivência. Se você não fizer, pode ter certeza que outra empresa o fará e, depois de massificado nos milhares de smartphones, o jogo estará perdido para você antes mesmo de começar.

Depois não vai dizer que não avisei….

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